Taxa de ocupação dos centros cirúrgicos

Estruturas de saúde economicamente viáveis estão diretamente ligadas ao uso inteligente dos recursos e estrutura física. Quando se fala em centro cirúrgico, é fundamental pensar no espaço avaliando demanda associada a um projeto arquitetônico que atenda diferentes especialidades, sem que se tenha uma “sala preferida”.

“O conceito atual é que se construam salas de dimensões e estruturas similares que facilitam o trânsito dos equipamentos e da equipe. Salas que sejam democráticas e atendam às necessidades básicas de cada especialidade”, pontua Mariluz Gomez Esteves, Diretora da Pró-Saúde. Para ela, este cuidado básico facilita o trânsito de cirurgiões ao longo do dia, facilitando a ocupação das salas. “Não há uma sala preferida ou mais adequada, todas se adequam, todas são boas. O que modifica são alguns equipamentos específicos para cada procedimento, que podem ser móveis e se locomover nos espaços conforme demanda”, acrescenta.

Para ela, é importante existir também uma padronização de tecnologias e marcas, outro ponto que traz a democratização aos espaços. “Centros cirúrgicos montados com este conceito apresentam resultados financeiros e de taxas de ocupação superiores aos outros, por isso, é até recomendado que se faça a readequação de espaços que não contemplam este novo conceito para alcançar os resultados esperados”, completa.

O gerenciamento da agenda cirúrgica é mais efetivo neste novo conceito, o que tem feito com que hospitais mais antigos busquem esta modernização e democratização dos espaços visando bons resultados econômicos.

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